Notícia

Pesquisadores desenvolverão tecido renal com bioimpressão 3D

Pesquisadores da Universidade Maastricht já firmaram parceria para a pesquisa e desenvolvimento

 

Dr. Carlos Mota

Fonte

Universidade Maastricht

Data

sexta-feira, 4 janeiro 2019 09:25

Áreas

Engenharia Biomédica. Biomateriais. Biotecnologia. Medicina. Nefrologia. Impressão 3D.

O Instituto de Medicina Regenerativa de Inspiração Tecnológica (MERLN) da Universidade Maastricht, nos Países Baixos, anunciou recentemente uma parceria com a Aspect Biosystems, empresa de biotecnologia na área de bioimpressão em 3D e engenharia de tecidos. A parceria inclui a disponibilização de uma plataforma bioprinting RX1™ no laboratório do professor Dr. Lorenzo Moroni, onde será usada no desenvolvimento de tecido renal pelo chefe de pesquisa em bioimpressão, Dr. Carlos Mota. Sob os termos do acordo de pesquisa colaborativa, a Aspect tem a opção de desenvolver e comercializar produtos com base nos resultados da pesquisa.

“Esta é uma oportunidade empolgante”, dizem o professor Moroni e o Dr. Carlos Mota. “A tecnologia de bioimpressão microfluídica da Aspect é muito atraente em termos de flexibilidade e modularidade. Na Universidade Maastricht, investimos muito no desenvolvimento de modelos in vitro de bioimpressão em 3D, o que consideramos um primeiro passo na obtenção do conhecimento necessário para o desenvolvimento de soluções de medicina regenerativa para a substituição de tecidos e órgãos. Já demos os passos iniciais em modelos de tecido renal e estamos particularmente empolgados em aplicar nosso conhecimento em conjunto com a tecnologia da plataforma da Aspect e unir forças com sua equipe de desenvolvimento, o que esperamos que acelere nossas descobertas e seu impacto. ”

“Na Aspect, estamos comprometidos em colaborar com os principais grupos de pesquisa em engenharia de tecidos e medicina regenerativa para obter ampla aplicabilidade de nossa tecnologia”, disse Tamer Mohamed, Presidente e CEO da empresa. “Tratamentos de diálise salvam vidas, mas são onerosos, e os pacientes ficam frequentemente à espera de doação de órgãos, cuja disponibilidade é limitada. Os engenheiros de tecidos reconhecem o potencial de seu trabalho para reduzir esse problema, mas o tecido renal é complexo e extremamente desafiador para ser criado. Existe também uma forte necessidade de modelos renais in vitro pré-clínicos adequados para prever a nefrotoxicidade e estudar a doença na indústria biofarmacêutica. Combinando a especialização do MERLN com a nossa tecnologia de impressão 3D microfluídica, estamos aumentando nossa capacidade de enfrentar esses desafios relacionados aos rins”, conclui o empreendedor.

Acesse a notícia completa na página da Universidade Maastricht (em inglês).

Fonte: Universidade Maastricht. Imagem: Dr. Carlos Mota.

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