Destaque

Artigo discute benefícios da bicicleta como meio de transporte

Fonte

UFRN | Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Data

quinta-feira. 29 julho 2021 07:15

É comum afirmar que o uso da bicicleta como meio de locomoção pode trazer benefícios econômicos, ambientais e de saúde. Mas será que a maneira como são feitos os deslocamentos de bike atende aos critérios que permitem caracterizar essas pedaladas como uma atividade física?

Foi essa a indagação que orientou a elaboração de artigo publicado recentemente na revista científica Journal of Transport & Health. O estudo foi financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte (FAPERN) e realizado no Departamento de Educação Física do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (CCS/UFRN), reunindo também pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), da Universidade Federal do ABC (UFABC) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O estudo buscou verificar se durante os trajetos realizados de bicicletas os adultos atingiam o percentual de frequência cardíaca (FC) máxima recomendado pelas diretrizes de atividade física. Além disso, os pesquisadores compararam a aptidão respiratória dos adultos que pedalaram dentro dos limites dessas diretrizes (ativos) com aqueles que não atingiam esse percentual de FC (inativos).

Os dados mostraram que, apesar de apresentarem capacidade cardiopulmonar similar, os indivíduos ativos possuíam maior potência no teste máximo;  eles também passavam mais tempo em deslocamento, cobriam maiores distâncias, pedalaram com maior velocidade e maior FC, comparado aos inativos; os indivíduos ativos pedalaram por maior tempo e distância em intensidade moderada e vigorosa, em comparação com os inativos.

De acordo com o Dr. Daniel Machado, professor do CCS/UFRN e um dos autores do estudo, “esses resultados reforçam a ideia de que o deslocamento ativo deve ser encorajado para adultos como forma de aumentar os níveis de atividade física”. Ele lembra que além dos efeitos positivos do deslocamento ativo (caminhada/bike) para o condicionamento físico e para a saúde, também há os “benefícios para o meio ambiente (zero emissão de poluentes), para a mobilidade urbana (cada bike é pelo menos um carro a menos no trânsito), e benefícios econômicos (combustível, manutenção e outros)”.

Acesse o resumo do artigo científico (em inglês).

Acesse a notícia na página da UFRN.

Fonte: Marcone Maffezzolli, Agecom/UFRN.

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